17 de março de 2011

O Tratado está selado

A congeminadora mais famosa do país inventou de me presentear com um selinho, depois de explicar que é uma puta falta de sacanagem receber e não brincar da parada. Eu morro de preguiça dessas coisas, mas esse apelo é sempre tão convincente, né? :D E outra, eu ganhei um selo de qualidade e tô ME ACHANDO muito por isso. Além disso, rolou aquele sentimento de anos 90 e cadeia de cartas e ai ais. Não resisto a esse gosto de infância eterno... Entonces, bora lá!





Nome: Livia, sem acento, obrigada. E sim, meu sobrenome denuncia que tenho um tio músico muito famoso (presepeira mode on, gato:).
Uma música: vish... se fosse "um sentido para a vida" seria mais fácil de responder.
Humor: deixa eu desenhar pra você entender. Tupish! Gealous. :D
Uma estação do ano: primavera-verão. Eu sei que não é pra escolher coleção de roupa, mas o selo é meu, eu respondo como quiser nessa poxa.
Como prefere viajar: confortável e bem acompanhada.
Um seriado: Bob Esponja (ah... nem vem que vale sim).
Frase ou palavra mais dita por você: atualmente é "hostíaaaa".
O que achou do selo: Uma honra. Perdi a virgindade dessas paradas agora. Que venham os próximos! Iei.


E o selo vai para:

* Dona de Casa Desesperada, da Isa;
* Cliché Fest, da Mamma;
* Mundo Pittônico das Ideias, do amigo Pitta;
* Loading Myself, da Fabi;
* Me Leva pra Lua, da Reps.

Recebam a lisonja, respondam a rapidinha aí e sejam felizes pra certificar outros  blogs.

Voltemos à programação normal agora.
Muá!

2 de março de 2011

Confissões das monografias da vida

"Asas da esperança equilibrista
Sabe que o show de todo artista 
Tem que continuar"
João Bosco


(...) Em suma, eu acredito que Lino continuaria a espalhar alegria e fé pedalando por Filomena se ela fosse uma cidade loteada pelo crime. Penélope andaria destemida até sobre areia movediça, se fosse preciso, para fazer a sua vista da janela voltar a ser encantada. Algodão sacudiria uma casa com todo o seu peso e força “passarinhesca” para mostrar como se toma uma atitude diante da falta de cor do mundo. Dona Filó passaria mais horas criando cidades mágicas com suas mãos delicadas se percebesse que elas acalentam mais o coração humano que os casacos de lã que costura. E aí, Filomena cantaria para provar que as relações humanas, independente das condições e das dificuldades, são o motor que fazem o planeta girar. As vibrações dos contatos entre gente ainda é uma das preciosidades que dá vida ao mundo. E “dar vida”, tal como o dicionário define, eu só aprendi como fazer de verdade com filomenos...
em Filomena. HOLANDA, Livia Pereira.
Julho de 2009, Rio de Janeiro.




Quem conhece o projeto inteiro vai entender o quanto ler isso hoje (um dos primeiros dias de produção for real da coisa nova) me fez ter ânimo redobrado e encher meu corazón de gratidão por poder escrever com tanta estrelinha brilhando em documentos que supposed to be pura embromation chata em ABNT. Oxi, tô nem aí.


Con-ten-ta. :]