23 de junho de 2010

Talvez eu entenda... quando crescer


Vai fazer falta ouvir a risada do japonês e ser instruída em todo tipo de MAC stuff. Watashino Rimi (esta pela qual escrevo, batizada e bem tratada pelo cara mais Apple-master que já conheci) presenciou meu desespero ao saber da notícia trágica.

Não vou fazer homenagem póstuma, embora ele mereça. Quero só registrar como vida e morte são as paradas mais aleatórias da galáxia. Muito aleatórias. Tanto que dá medo.

Não tenho muito o que dizer sobre o acidente idiota e a dor que tomou conta aqui, distante. E olha que eu não tava perto pra ver túmulo, receber o baque da notícia ao lado dos amigos em comum e tal. Eu não fazia parte da família, não era amiga íntima. Conhecia, admirava, trocava altas ideias e abraços sinceros. Contato limitado, afinidade imensa. A torcida vinha de lá pra cá, daqui pra lá.

Foi de quebrar coração e desidratar pelos olhos por dias. Poxa... um menino tão bom, tão brilhante, tão cheio de vida. Muito amável. Vai permanecer shining eternamente na memória de quem teve a sorte de conhecer.
Brilha no céu agora, Doug Funny.

Obrigada a todos que me consolaram e mandaram cafunés, mesmo que virtuais. Queria estar pertinho dos meus baulistanos para cuidar, confortar e compartilhar o momento. Fiquem bem.




E, dona Morte: shuffle um baralho. Eu quero meus queridos vivos.

Um comentário:

. disse...

Puxa vida...
Tem nem muito o que dizer, né?
=(

Agora é ter força e, por mais cafona que soe, acreditar que ele está melhor.

Sinta-se abraçada [com direito ao cafuné], Lívia!
=****